Monthly Archives: March 2019

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Formação e desafios profissionais do Assistente Social

Serviço Social e Sociedade aborda alguns dos desafios colocados à profissão do assistente social na atual conjuntura, com ênfase nos processos formativos dos profissionais da área, a partir da interlocução com as realidades brasileira e latino-americana. Read More →

O que pensam professores e estudantes acerca do estímulo à criatividade na pós-graduação?

A pós-graduação tem como metas formar pesquisadores criativos e produzir conhecimentos que tragam contribuições originais, pois a sociedade depende de ideias inovadoras para sobreviver e avançar. O estudo investigou o que pensam professores e estudantes acerca da extensão em que a criatividade vem sendo estimulada e desenvolvida na pós-graduação. Read More →

O que sabemos sobre Residências em Saúde?

Nos últimos anos o número de programas de Residência em Saúde tem aumentado no Brasil. É importante se pensar, então, o que se tem produzido sobre tais programas no mundo. O presente artigo apresenta uma revisão integrativa de literatura que analisou o estado da arte das Residências em Saúde. Read More →

Funk, cultura do estupro e “violência ostentação”

A análise de músicas de funk com ampla repercussão midiática expôs a exaltação do estupro coletivo, a construção da “vítima perfeita”, e a erotização da infância na construção de vítimas e agressores. Aparte do papel emancipatório do funk, os discursos expuseram relações conflituosas entre os gêneros como norma social. Read More →

Urbe traz discussões sobre desenvolvimento sustentável, mobilidade, segurança e planejamento urbano

Os artigos de fluxo contínuo que vêm compondo o periódico urbe (v. 11, artigos do 6° ao 16°), abordam as temáticas de desenvolvimento sustentável, mobilidade urbana, segurança e planejamento urbano. Os assuntos de destaque são: impactos econômicos de construções sustentáveis e da gestão das águas integrada à gestão urbana; questões de trânsito e da mobilidade interurbana; de segurança na cidade e temas diversos relacionados ao planejamento urbano e políticas públicas. Read More →

A pedagogia da revolução de Paulo Freire faz 50 anos

Trabalho, Educação e Saúde celebra o cinquentenário do livro “Pedagogia do oprimido”, a principal obra de Paulo Freire e a terceira mais citada em trabalhos na área de humanas, de acordo com pesquisador da London School of Economics. E, em tempos de cogitação da volta do emprego de eletrochoques, discute-se o retrocesso da readoção de hospitais psiquiátricos para tratamento de pacientes com transtorno mental. Read More →

A esquizofrenia pode ser prevenida?

A esquizofrenia é um dos transtornos mentais mais graves e incapacitantes e seu tratamento efetivo permanece sendo um desafio. Ela apresenta impactos devastadores na qualidade de vida dos pacientes e, muitas vezes, seu diagnóstico evoca um pessimismo corrosivo até mesmo por parte dos profissionais de saúde. O artigo revisa a história dos debates sobre essa possível prevenção. Read More →

Literatura além do livro é tema de chamada de artigos de Estudos de Literatura Brasileira Contemporânea

O cenário econômico, social e político brasileiro vem estimulando autores a experimentar novas formas de expressão literária. Nesse contexto, o periódico Estudos de Literatura Brasileira Contemporânea está recebendo artigos e resenhas para o número 59, que trará uma seção temática dedicada a esmiuçar o tema das produções literárias que escapam ao formato livro. Read More →

Quais são os desafios para a formação educacional de surdos no Brasil?

O estudo que abre o número 253 da RBEP busca conhecer a ótica de pessoas que realizaram o Enem 2017 sobre o tema selecionado para a redação no exame promovido pelo Inep: a formação educacional de surdos no Brasil. Os autores consideram o tema um marco na história da educação de pessoas surdas no País. Read More →

A avaliação do ensino superior: um discurso repleto de armadilhas

As propostas emancipatórias de avaliação são mesmo emancipatórias? Os autores discutem a hipótese que elas são armadilhas conceituais ao não articularem o para quê?, para quem?, o quê? e como? Embora utilizem um discurso emancipatório, instauram instrumentos de controle quantitativo que pode aumentar a exclusão, o produtivismo e a desigualdade. Read More →