Tag: Demografia

A cidade importa: disseminação e combate da COVID-19 na sociedade urbanizada  

Diagrama em fundo branco, quadros coloridos e letras pretas. No centro esquerdo, um quadro com a pergunta "Por que a cidade importa", dele saem duas setas com "Dinâmicas intraurbanas" e "Análise regional e redes urbanas" em cada uma. No topo, está escrito "escala". Em "Dinâmicas intraurbanas", a seta aponta para o quadro que diz: "forma urbana (cidades espraiadas e compactas), densidade, mobilidade urbana, infraestrutura, espaços públicos, localização das pessoas e trabalhos, centralidades intraurbanas." Em "Análise regional e redes urbanas", a seta aponta para o quadro que diz: "hierarquia urbana, distribuição espacial, redes balanceadas e desbalanceadas, infraestrutura regional, fronteiras políticas e administrativas, redes de transporte, relações de vizinhança entre cidades e regiões, concentração de serviços em cidades médias e grandes". Sobre os dois quadros, está escrito "aspectos urbanos". Entre eles, diz "Pandemia de covid-19". Ao lado, um quadro dizendo "Vulnerabilidades urbanas socioeconômicas e demográficas" e embaixo: "segregação socioespacial, justiça social, pobreza, desigualdade, desenvolvimento, segurança alimentar, educação, estrutura urbana, características domiciliares (tamanho, localização e estrutura), água e saneamento, composição domiciliar, adequação das moradias, déficit habitacional, mercado de terras, poupança das famílias, trabalho, tensão social, sustentabilidade".

A morfologia urbana, a infraestrutura e os projetos de mobilidade e atividades econômicas são aspectos relevantes que podem afetar as interações entre os cidadãos e a disseminação da COVID-19. A escala regional e a vulnerabilidade socioespacial urbana também são relevantes em tempos de pandemia. Read More →

Maior participação masculina em afazeres domésticos e cuidados não se traduz em redução do tempo gasto pelas mulheres

Fotografia em preto e branco de um ferro de passar roupas.

Maior participação masculina em afazeres domésticos e cuidados não se traduz em redução do tempo gasto pelas mulheres nessas tarefas. Enquanto homens buscam atividades mais prazerosas, como lavar o carro ou jogar bola com o filho, as mulheres continuam lavando, passando e cozinhando. Vamos repensar esse modelo? Read More →

Uso do tempo e insegurança alimentar em domicílios chefiados por mulheres no Brasil

A insegurança alimentar é majoritariamente observada em domicílios chefiados por mulheres no Brasil. A partir dos pressupostos da feminização da pobreza e à luz da teoria da Economia Feminista, observa-se que domicílios chefiados por mulheres tendem a se encontrar em maior situação de vulnerabilidade, apesar de alocarem melhor os recursos alimentares. Read More →

Estrutura familiar e dinâmica educacional entre gerações

Mão aberta de um adulto tocando a mão de uma criança, foto em preto e branco.

Decisões familiares que envolvem investimento em habilidades de seus filhos têm papel decisivo no processo de crescimento e desenvolvimento econômico das nações. Lares uniparentais com mãe registram maior mobilidade intergeracional de educação e menor persistência no nível educacional mais baixo, enquanto lares biparentais possuem maior persistência para o nível mais alto de educação. Read More →

Redução do déficit de estatura e a compra de alimentos da agricultura familiar para alimentação escolar no Brasil

A compra de alimentos da agricultura familiar para alimentação escolar no Brasil pode contribuir para a redução na prevalência do déficit de estatura em crianças. Verificou-se uma diferença de médias na prevalência do déficit entre os municípios que compraram menos de 30% e aqueles que adquiriram 30% ou mais de alimentos da agricultura familiar. Read More →

Governo Bolsonaro no epicentro da articulação da extrema-direita mundial

Em uma inflexão do que significou a histórica presença brasileira nos espaços de direitos humanos, a participação do país na Cúpula Demográfica de Budapeste, além de promover alinhamento com países de extrema-direita e fundamentalista, coloca o Brasil na condução da agenda neoconservadora e antigênero no mundo. Read More →

Reconhecer a subjetividade dos migrantes

Em muitos países as políticas migratórias de admissão tendem a neutralizar a subjetividade de migrantes e refugiados, corroendo seu potencial reivindicativo e subversivo. Como promover dinâmicas de subjetivização num contexto de crise econômica, crescente xenofobia e recrudescimentos identitários? Read More →

Criminalização das migrações e dos migrantes

Diante do aumento dos fluxos migratórios mistos em nível internacional desencadeou-se um crescente processo de “criminalização” dos migrantes mediante dispositivos de (des)informação, controle, detenção e deportação. A este tema é dedicado o Dossiê da REMHU, Revista Interdisciplinar da Mobilidade Humana. Read More →

O trilema da sustentabilidade

Logo do periódico Revista Brasileira de Estudos de População

Com o título “Economia, sociedade e meio ambiente no século 21: tripé ou trilema da sustentabilidade?”, demógrafos discutem os desafios postos na agenda global pós-2015 que busca reduzir a pobreza e a desigualdade no mundo sem transgredir ainda mais os limites planetários. Read More →

Migrações e fronteiras: as políticas migratórias restritivas e o direito de fuga dos migrantes

Por que em tempos de globalização, de livre circulação de mercadorias e capitais, são criadas barreiras para conter os fluxos migratórios? Por que países signatários da Convenção de Genebra de 1951 erguem muros fronteiriços que dificultam o ingresso de solicitantes de refúgio? O que legitima a violação dos direitos fundamentais das pessoas migrantes? Ao tema da multiplicação das fronteiras e suas implicações para o fenômeno migratório é dedicado o Dossiê da Revista Interdisciplinar da Mobilidade Humana – REMHU, número 44. Read More →